Era uma tarde de verão e as crianças brincavam no quintal.

 

A linda menina de cabelos cacheados, era corajosa e inteligente, adorava insetos, plantas e flores. Todos os dias ela se quipava com sua maleta e seus objetos de exploração, e corria para o quintal feliz e saltitante para espera o seu grande amigo.

 

E logo ele aparecia correndo com a sua capa de herói, o menino era muito esperto, aventura era o seu lema, e sempre dava um jeito de criar brincadeiras com os livros que contavam histórias do fundo do mar ou de dinossauros e dragões.

 

Naquela tarde algo diferente aconteceu. O menino havia encontrado um livro antigo na biblioteca do seu avô. No meio do livro havia uma folha dobrada, curiosos, ao abrir a folha, se deram conta que aquele papel era o mapa e enfim, encontraram a ilha misteriosa.

 

A ilha era maravilhosa, havia flores selvagens e brilhosas, insetos tão grandes que mais pareciam pássaros, e ela registrava e anotava tudo o que encontrava.

 

Ao desbravar as cavernas ele descobriu fósseis de dinossauros, e diversas espécies diferentes de besouros e lagartas.

Avistaram um poderoso vulcão e entre uma descoberta e outra, eles se deliciavam com os frutos das árvores centenárias.

 

Mesmo maravilhados, eles sabiam que precisavam encontrar o caminho de volta para casa. As crianças encontraram uma vila nativa, eram selvagens que habitavam e protegiam a ilha de invasores Piratas.

Os nativos recepcionaram as crianças com uma grande festa, parecia que os aguardavam por tempos e tempos.

No final do dia já cansados, foram guiados até o barco do vovô para que pudessem retornar à civilização.

 

Em meio a gargalhadas de alegria as crianças aparecem correndo do quintal, e ao fechar a última página do livro, entendem que toda a aventura não passou de uma brincadeira no quintal.

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